Colesterol contra ataque cardíaco

Um estudo recente mostrou que aumentar os nívels de HDL, o colesterol bom, pode diminuir o risco de ataques cardíacos e derrames cerebrais em pacientes com diabetes.

O estudo foi feito com base em expedientes médicos de mais de 30 mil pacientes diabéticos e constatou que aqueles com níveis mais baixos de HDL sofreram mais infartos e derrames que os demais.

Pacientes com diabetes foram o foco do estudo por serem mais propensos a sofrer derrames cerebrais e ataques cardíacos que o restante da população (quase 87% a mais que o restante da população), segundo o projeto Framingham (2008) da Universidade de Boston.

A relação entre o LDL, colesterol ‘ruim’, e ataques cardíacos já é bem conhecida, mas a relação dos níveis de HDL a doenças do coração ainda é desconhecida.

De acordo com o estudo, 61% dos pacientes não apresentaram mudanças significativas nos níveis de HDL, 22% apresentaram um aumento e 11% uma diminuição.

Os pacientes foram acompanhados durante 8 anos, para constatar se foram hospitalizados por ataques cardíacos ou derrame cerebral. Os pacientes que tiveram aumento dos níveis de HDL tiveram 8% menos dessas duas doenças em relação aos que permaneceram com os níveis estáveis. Já os pacientes com diminuição dos níveis de HDL tiveram 11% mais ataques cardíacos e/ou derrames.

Como o estudo era de observação os pesquisadores não intervieram para alterar os níveis de HDL dos pacientes.

 

Tratar é importante…

(esse post deveria ter ido ao ar ontem, dia 14, na Blogagem coletiva pela cura do diabetes)

Geralmente quando eu começo a repetir demais uma mesma coisa, é porque ou ela faz muita diferença para mim, ou eu preciso mudá-la em minha vida. E quando o assunto é diabetes, há algum tempo já, venho repetindo que Tratar é importante, prevenir é importante, controlar é importante, etc…

Quem já leu alguns textos aqui no blog, sabe que sou filho de diabético, que convivi durante a minha adolescencia com problemas decorrentes de um diabetes mal cuidado. Não por falta de vontade (às vezes até sim) mas por falta de conhecimento e tecnologia, ou acesso à ela. Meu pai precisou passar por um transplante de rins e pâncreas, e hoje, convive com outras consequencias, entre elas, um olho praticamente cego, e outro que constantemente sofre um derrame e o deixa completamente cego por alguns dias.

Há algumas semanas um usuário do Glicemias Online publicou algumas fotos do seu “pé diabético”. Como consequencia de um tratamento mal feito, ele teve vários problemas, e um simples calo, quase custou-lhe um pé. Se voltarmos mais um pouco no tempo, alguns anos atrás perdemos um dos melhores técnicos de futebol que o mundo conheceu, Tele Santana faleceu em decorrencia de um diabétes mal cuidado, antes disso, passou por várias internações e teve as pernas amputadas.

Até alguns meses atrás eu ouvia vários elogíos a respeito da forma como vinha me tratando, mas tantos problemas pessoais, trabalho, e a vida corrida da cidade grande, (que não são desculpas ou justificativas, a falha é completamente minha) foram fazendo com que eu deixasse o tratamento de lado… Controlasse menos minha glicemia e como consequencia, desequilibrase.

Entre pensar na cura do diabetes e pensar em tratar as pessoas que vivem com a doença hoje, eu opto pela segunda opção. A cura não está longe, eu acredito nisso, os experimentos e as descobertas são cada vez mais constantes, técnicas diferentes, melhorias em medicações, etc… Claro, é um mercado bilionário. Em uma pesquisa que fizemos alguns anos atrás, cerca de 5 bilhões de dolares eram gastos anualmente apenas com a compra de ‘acessórios’ de um dibético, (agulhas, seringas, glicosímetros, etc…) e mais outros muitos bilhões, com insulina.

Mas limitar o pensamento, acreditando que apenas porque bilhões de dolares são movimentados anualmente, a cura será postergada, soa me como teoria da conspiração. A cura também irá gerar receitas de bilhões, senão trilhões, quadrilhões de dolares, para a indústria farmaceutica. Ainda, curar o diabetes não é tudo. Precisamos pensar em como curar os milhares de rins que sofreram com o diabetes, os milhares de olhos danificados, nervos, pernas, e por ai vai.

Mesmo que sonhemos com a cura, mesmo que ela esteja cada vez mais próxima, não devemos deixar de pensar no hoje, em como iremos viver melhor, com diabetes, até que a cura chegue, e quando chegar, ainda não será para todo mundo, ainda precisaremos cuidar de muita gente, crianças e idosos.

E para que estejamos prontos para receber a cura, precisamos antes, estarmos bem cuidados, sem variações grandes de glicemia ao longo do dia, sem hipos ou hipers, com a A1c na faixa. Sem rins e olhos “machucados”. Porque só assim, estaremos aptos a receber o presente da cura.

Diabetes, minha vida diabética

Há aproximadamente 10 anos fui diagnosticado diabético tipo 1. Não foi uma surpresa, ao menos não para mim, meu pai já era diabético e há pouco mais de um ano, havia passado por um transplante de rins e pâncreas, que ‘curou’ o diabetes, mas não todos os problemas decorrentes de um mal tratamento. Não o culpo, de forma alguma, na época dele, não havia a tecnologia e conhecimentos que temos à nossa disposição hoje. Ainda lembro de quando ele me contou que ao ser diagnosticado o médico lhe disse que ele poderia comer apenas arroz e alface.

Durante alguns anos tentei diversas ferramentas para acompanhar o meu tratamento, cadernos, planilhas no Excell, folhas soltas, programas no celular e o no palm. As ferramentas funcionavam, durante os primeiros dias apenas, depois eu perdia a paciência, o estímulo e o ânimo e as abandonava. Durante algum tempo cheguei a abandonar o tratamento, de certa forma, já não fazia as medições, não tomava insulina do jeito certo e devo ter ficado uns dois anos sem me consultar com um endocrino.

Vídeo que fiz em 2008, para o dia mundial do diabetes, 14/nov.

Depois de alguns anos pensando sobre o assunto, decidi encarar a tarefa e criar o Glicemias Online, durante quase dois anos, meu dia-a-dia foi o trabalho direto com o site, blog, outros diabéticos, e eu mantive um controle invejável, descobri diversas singularidades do ‘meu diabetes’ e pude evoluir muito o meu tratamento. Até que o excesso de trabalho e a enorme lista de ‘coisas-a-fazer’ me distraiu e eu acabei medindo menos, controlando menos e corrigindo mais. Até mesmo deixei de anotar alguns dados no Glicemias Online, por pura negligência minha, preguiça mesmo.

Manter-se fiel a um tratamento que dura para sempre é algo muito complicado. Muitas vezes, tarefas urgentes e o estilo de vida caótico (por falta de outra palavra para descreve-lo) acabam nos desviando desse objetivo. Como os sintomas da hiperglicemia, não aparecem de uma hora para outra (a não ser que você tome uma lata vermelha de coca-cola), e nem a consequência do mal controle aparecem na mesma semana em que ‘escorregamos’, temos a tendência em ‘fingir’ que eles não existem, “não vai acontecer comigo, eu voltarei a me tratar direito antes disso”.

Mas quando assustamos já estamos com a A1C lá nas alturas, e durante alguns meses ‘machucamos’ o nosso organismo de uma forma irreversível.

Ouvir nossos médicos nos dando os puxões de orelha, pode nos fazer pensar: “Ele não sabe do que está falando.” ou “Não é ele que se espeta 100 vezes no dia, por isso fala que é fácil”.

No final das contas, o importante é cuidar para se cuidar sempre, e mesmo que escorreguemos vez ou outra, devemos voltar ao tratamento o quanto antes. Conversar com outros diabéticos, compartilhar suas anotações e conquistas (aquela H1C < 7, ou menor que a última medição, e porque não comemorar essas pequenas vitórias?), nos ajudam a manter o ânimo para o tratamento. E a consequência é que teremos uma vida melhor…

Quer compartilhar com a gente o seu caso? Conte nos como você usa o Glicemias Online, ou qualquer outra ferramenta, pra cuidar da sua saúde.

A família diante do diabetes da criança ou adolescente

Neste texto de estreia aqui no blog gostaria de falar sobre a família diante do diagnóstico do diabetes da criança ou do adolescente. Em primeiro lugar, sabe-se que nenhuma família está preparada para uma situação de adoecimento de seus filhos. Por ser uma doença de início comumente abrupto na faixa etária em questão, a família fica extremamente insegura com tantas adaptações necessárias para um bom controle e manutenção da doença. A imaturidade dos filhos, muitas vezes é um dos principais impasses enfrentados principalmente pelas mães, as quais estão mais próximas. Outra questão preocupante é se os filhos saberão manejar o diabetes sozinhos, sem a sua supervisão, como, por exemplo, quando estão na escola ou em alguma atividade de lazer.

O que os pais e os outros membros da família mais próximos devem fazer diante de tantas mudanças? Não existe exatamente uma receita a ser seguida, mas sugere-se uma postura de oportunizar o desenvolvimento da autonomia da criança ou do adolescente, de acordo com as limitações de cada faixa etária. É importante também que o medo e o sentimento de proteção não impeçam a possibilidade de um viver dentro do que se pode dizer normal, ou seja, que a criança ou o adolescente com diabetes possa participar de atividades corriqueiras da sua idade. Isso os tornará seguros diante de outras situações do cotidiano e certamente, eles saberão que terão de ser responsáveis pelo controle da doença, mas não necessitarão de serem privados ou tolhidos no que desejarem fazer.

A família tem muita importância no manejo da doença e também deve conhecer minimamente os sintomas de hipo e hiperglicemia, afim de que possam auxiliar na correção dessas complicações agudas, pois muitas vezes, no início, a criança ou o adolescente não percebem os sintomas ou não têm condições de corrigir.

A configuração da família também pode sofrer modificações com a chegada da doença,ocorrendo aproximações ou afastamento entre os membros.Conflitos pelas diferenças de faixa etária ocorrerão, independentemente da presença do diabetes. Deve ser incentivado o respeito mútuo entre as limitações de cada um, considerando que o diabetes e tudo que está envolvido, inclusive acréscimos de “broncas” dos pais, por eventuais descompensações, não devem ser impedimento para um bom convívio familiar.

Este é meu primeiro texto aqui, portanto, permitam que eu me apresente. Sou Vanessa Cabral, enfermeira, mestre em Ciências pela Escola de Enfermagem da USP, voluntária na Associação de Diabetes Brasil e… tenho diabetes tipo 1!

Uma injeção a cada 3 dias?

Um novo tipo de insulina, denominada degludec, permite melhor controle da glicose no sangue, de acordo com dados apresentados nesta última quinta-feira, no Congresso da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes (EADS), realizado em Estocolmo, capital sueca.

Como observado por Rafael Simó, chefe da seção de Endocrinologia do Hospital Vall d’Hebron, em Barcelona, ​​”essa nova insulina tem um perfil muito estável, que permite que o paciente a aplique apenas uma vez a cada três dias”, o que significa uma poupança de mais de 200 agulhadas por ano.
A insulina por injeção subcutânea é indicada em pacientes com diabetes tipo 2, a forma mais comum da doença, e é especialmente útil em pacientes idosos. Depois de ser administrada, a insulina se deposita dentro do corpo e é absorvida de forma contínua até a corrente sanguínea, permitindo um perfil de ação lenta e prolongada.
“A percentagem de idosos diabéticos está aumentando, atingindo valores de 30-40 por cento.E os pequenos passos para reduzir o número de picadas melhora a qualidade de vida dos pacientes”, afirmou Simó.
A dificuldade no uso da insulina pode levar a uma baixa concentração de glicose no sangue que provoca hipoglicemia em pacientes diabéticos. Simó registra que a degludec de liberação lenta produz uma menor taxa de hipoglicemia em comparação com o atual tratamento com insulina glargina: 92% de diabéticos tipo 2 que se tratam com a nova insulina não apresentam hipoglicemia em comparação com 77% daqueles tratados com insulina glargina.
Quanto aos efeitos colaterais que os usuários podem encontrar, o especialista lembrou que até agora são mínimos, ainda que se deva esperar até  que a nova insulina seja comercializada, a fim de se obter dados de um número grande de pacientes.

Como afirmou Teresa Briones, assessora médica da Novo Nordisk, empresa que comercializa a droga, o controle glicêmico adequado evita lesões microvasculares na retina, rins e vasos periféricos e complicações macrovasculares, como infarto do miocárdio.

Fonte : http://guiazulalmeria.blogspot.com/2010/09/la-primera-insulina-que-no-necesita.html

http://saude-joni.blogspot.com/2011/03/degludec-primeira-insulina-que-nao.html

texto extraído do site Portal Diabetes

 

Recomendações para aplicação de insulina

O site da SBD publicou nesta quarta-feira (16/03/2011) um excelente texto da enfermeira e educadora em diabetes, Cristiane Duarte Vieria, com novas recomendações para aplicação de insulina. O Tema é amplo e o assunto certamente chama a atenção de qualquer diabético. Fizemos um pequeno resumo dele:

[continue lendo…]

Várias anotações para fazer?

Atualizar o seu Glicemias Online está cada vez mais fácil. Agora você pode fazer várias anotações de uma só vez.

Na página “Anotações”, logo abaixo do botão “anotar” existe um um link (várias anotações para fazer?). Clicando neste link você irá para a página de Multiplas Anotações. Nesta página, basta preencher o formulário com os dados das suas anotações.

Para aumentar a quantidade de anotações, basta clicar no botão “+”, cada clique adiciona uma nova linha para anotar.

O Glicemias Online em 2011

2011 promete ser um ano com muitas novidades para o Glicemias Online e seus usuários. Estivemos trabalhando em várias melhorias no site, e não vamos parar por ai.

Hoje (16/mar) lançamos um cadastro simplificado e a funcionalidade de multiplas anotações e ainda virão mais novidades entre elas:

  • Perfil de médico para acompanhar pacientes que usam o Glicemias Online;
  • Aplicativo para o Facebook e Orkut, que permitirá aos usuários anotar e acompanhar através do Facebook ou Orkut;
  • Possibilidade de enviar as anotações através do Twitter;
  • Gráficos melhores;
  • Estatísticas para consumo de carboidratos, medicamentos e atividades físicas;
  • Anotações de atividades físicas;
  • Anotações de resultado de exames laboratoriais;

Todas essas novidades estão sendo planejadas baseadas no feedback que recebemos dos nossos usuários. É muito importante que você se manifeste e nos diga o que gosta e o que não gosta no Glicemias Online, para isso você pode usar os comentários nos posts do Blog, ou enviar um email para contato@glicemiasonline.com.br

Sabrina, a outra ganhadora da cesta de natal!

No final de 2010 fizemos a promoção da cesta de natal (com apoio da Flormel Alimentos Saudáveis e da Farmácia Doce Vida) também para o usuário que mais indicasse o Glicemias Online através da nossa ferramenta de indicação. A ganhadora da cesta foi a Sabrina Montenegro. Ela também tirou uma foto e nos mandou um depoimento:

O segundo semestre de 2010 foi atordoado para mim, a DM1 se manifestou em novembro/2010 e bagunçou boa parte dos meus planos. Apesar dos pesares, abriu-se um leque de possibilidades que me fizeram enxergar o quão bem é possível viver com a doença. Foram três meses com cara de um ano, visto que absorvi uma quantidade enorme de informações pertinentes junto a profissionais e, principalmente, junto a amigos, um destes que me indicou o site glicemiasonline. O que era complexo hoje tem sido bem mais simples, tenho no site formas de anotar e acompanhar a evolução dos meus cuidados e isso me motiva bastante no tratamento. Para melhorar ainda mais o meu astral, o www.glicemiasonline.com.br resolve sortear uma cesta com produtos que não tenho acesso no interior de MG. Nada melhor que tomar conhecimento de alternativas alimentares que existem na Farmácia Doce Vida e na Flormel, alternativas super saborosas diga-se de passagem.

Obrigada à Flormel e à Farmácia Doce Vida pelos produtos de primeira linha que graças à cesta sorteada pude conhecer.

Ao www.glicemiasonline.com.br, eu não somente agradeço como parabenizo pela iniciativa. Faz parte da minha rotina hoje e não me vejo controlando a minha DM1 de outra forma.

Desejo a todos um 2011 bom demais!

O meu ano eu já comecei ganhando uma cesta!\o/\o/

Atenciosamente,
Sabrina Montenegro.
Montes Claros-MG, 18/01/2011.

Mais uma vez, parabéns Sabrina! Desejamos que você continue firme no seu tratamento e não desanime nunca! Muito obrigado pela sua participação e depoimento!

Adão, um dos ganhadores da cesta (dez/2010)

No dia 22 de Dezembro fizemos o sorteio da cesta de produtos diet (com apoio da Flormel e da Farmácia Doce Vida). O Adão Silveira foi o ganhador entre os usuários do Glicemias Online. Quando enviamos a cesta para ele, pedimos que ele tirasse uma foto, para mostrar aqui no blog, e escrevesse um pequeno texto.

“Amigos do Glicemias Online, primeiramente agradeço a Cesta e desejo felicidades a todos neste ano que estamos começando; Destaco também um marco que foi em minha vida conhecer o Site Glicemiasonline, fui diagnosticado como diabético (Diabetes Mellitos) em Março/2010, em Outubro/2010 conheci o Site e imediatamente comecei a fazer o acompanhamento de acordo com as indicações do Site, de minha esposa, que é Nutricionista, e de minha Endocrinologista que acharam excelente minha iniciativa; Antes do glicemiasonline controlava a glicemia, mas não conseguia visualizar a evolução do meu tratamento, a não ser através dos exames de rotina do diabético, depois que comecei a fazer o controle pelo site, inclusive utilizando os gráficos disponíveis, sei exatamente o que devo fazer, só para os leitores terem uma idéia, em uma consulta em Dezembro/2010 a Endocrinologista, a mesma me parabenizou pelo controle que estava conseguindo fazer do Diabetes, e reduziu de 3 comprimidos para 2 a minha dosagem de Metformina, graças a minha força de vontade, a minha esposa Wal (nutricionista, incansável no combate a doença, sempre me dando o suporte e o aconselhamento necessário para a minha reeducação alimentar), e a vocês do Glicemias Online; Mais uma vez agradeço o aparecimento do Site em minha vida e espero que em 2011 continuemos com esta parceria saudável e imprescindível hoje em minha vida e na vida de diabéticos que utilizam esta ferramenta.

Manaus, 16 de Janeiro de 2011.

Atenciosamente, Adão Silveira.”

Valeu Adão! Estamos muito feliz, de verdade com a diferença que o Glicemias Online tem feito no seu tratamento, e no de outros muitos diabéticos.